{"id":2277,"date":"2026-03-03T18:31:53","date_gmt":"2026-03-03T21:31:53","guid":{"rendered":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/?page_id=2277"},"modified":"2026-04-13T19:58:02","modified_gmt":"2026-04-13T22:58:02","slug":"minicursos-e-oficinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/minicursos-e-oficinas\/","title":{"rendered":"Minicursos e Oficinas"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:100%\">\n<div class=\"wp-block-buttons is-layout-flex wp-block-buttons-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/claec.org\/semlacult\/taxas-de-inscricao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Taxas de Inscri\u00e7\u00e3o<\/a><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/claec.org\/semlacult\/comunicadores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inscri\u00e7\u00e3o Comunicadores<\/a><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/claec.org\/semlacult\/ouvintes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inscri\u00e7\u00e3o Ouvintes<\/a><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-button\"><a class=\"wp-block-button__link wp-element-button\" href=\"https:\/\/claec.org\/semlacult\/programacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa\u00e7\u00e3o Geral<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>As atividades formativas do V SEMLACult incluem minicursos e oficinas te\u00f3rico-pr\u00e1ticas voltadas \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica, ao di\u00e1logo interdisciplinar e \u00e0 partilha de saberes situados nas epistemologias do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>As atividades possuem vagas limitadas e ser\u00e3o realizadas <strong>durante a programa\u00e7\u00e3o presencial do evento<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Inscri\u00e7\u00f5es nas atividades. As inscri\u00e7\u00f5es ser\u00e3o realizadas exclusivamente via sistema do evento, a partir do dia 05\/03\/2026. Para se inscrever em minicursos e oficinas, <strong>\u00e9 necess\u00e1rio estar previamente inscrito no SEMLACult 2026 como ouvinte ou comunicador<\/strong>. As vagas ser\u00e3o preenchidas conforme disponibilidade e ordem de inscri\u00e7\u00e3o no sistema.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Minicursos<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>MC-01 &#8211; Decolonizar a Pesquisa Social: Por Uma Proposta Metodol\u00f3gica Arqueol\u00f3gica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00 | 16\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; Bloco G &#8211; Sala 1<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 8 horas (2 sess\u00f5es de 4h).<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 40.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Bil\u00edngue (Portugu\u00eas e Espanhol).<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Graduandos e p\u00f3s-graduandos interessados em pesquisa social.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: Considerando a urg\u00eancia de superar l\u00f3gicas coloniais presentes em epistemologias euroc\u00eantricas que atravessam metodologias tradicionais de pesquisa, este minicurso parte do diagn\u00f3stico de que tais abordagens restringem a participa\u00e7\u00e3o de sujeitos historicamente marginalizados. Como consequ\u00eancia, parte do conhecimento produzido tende a reproduzir desigualdades e a invisibilizar saberes subalternizados no Sul global.<\/p>\n\n\n\n<p>O minicurso tem como objetivo apresentar princ\u00edpios e pr\u00e1ticas decoloniais da metodologia arqueol\u00f3gica (S\u00e1, 2023; S\u00e1 e Ortiz Coronel, 2023), propondo um processo de elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o em sintonia com participantes de pesquisas, com est\u00edmulo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, transcultural e coletiva do conhecimento (Marx, 1845). Com carga hor\u00e1ria de oito horas, a atividade est\u00e1 organizada em quatro m\u00f3dulos te\u00f3rico-pr\u00e1ticos, orientados por epistemologias decoloniais, com di\u00e1logo com autores como Cusicanqui (2021), Dussel (1980), Mignolo (2006), Quijano (2014), Smith (2012), Walsh (2005; 2023), Sousa Santos (2021) e Freire (1979; 2021).<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo do minicurso ser\u00e3o trabalhados conceitos-chave da plataforma decolonial, al\u00e9m de casos e experi\u00eancias pr\u00e1ticas de pesquisa, metodologias participativas e din\u00e2micas de constru\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica voltadas \u00e0 decoloniza\u00e7\u00e3o dos processos investigativos (Fals Borda, 1978; 2007). A proposta busca ampliar o repert\u00f3rio te\u00f3rico e pr\u00e1tico de metodologias decoloniais, compartilhar possibilidades para o desenvolvimento de propostas metodol\u00f3gicas contextualizadas e estimular pesquisas cr\u00edticas e transformadoras, valorizando vozes frequentemente silenciadas no \u00e2mbito cient\u00edfico e contribuindo para justi\u00e7a epist\u00eamica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrantes: Rubens Lacerda de S\u00e1 e Derlis Ortiz Coronel.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>MC-02 &#8211; Pedagogias Decoloniais na Pr\u00e1tica: Literatura Latino-Americana para uma Educa\u00e7\u00e3o Antirracista e Antissexista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00 | 16\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; Bloco G &#8211; Sala 2<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 8 horas (2 sess\u00f5es de 4h).<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 30.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Bil\u00edngue (Portugu\u00eas e Espanhol).<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Estudantes de licenciatura e professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: O minicurso aborda fundamentos das pedagogias descoloniais e sua aplica\u00e7\u00e3o em pr\u00e1ticas antirracistas e antissexistas na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, utilizando a literatura latino-americana como eixo central de reflex\u00e3o e de interven\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica. A partir de textos de autoras e autores latino-americanos, especialmente aqueles que abordam ra\u00e7a, g\u00eanero e colonialidade, as e os participantes ser\u00e3o convidados a analisar criticamente narrativas, problematizar desigualdades e construir propostas educativas transformadoras.<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo \u00e9 capacitar estudantes de licenciaturas e professoras e professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica para planejar e desenvolver pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas decoloniais, antirracistas e antissexistas, mediadas pela literatura latino-americana. A justificativa parte do entendimento de que estruturas coloniais, racistas e patriarcais seguem presentes na sociedade e na escola, tornando necess\u00e1ria uma forma\u00e7\u00e3o docente que amplie repert\u00f3rios cr\u00edticos e culturais. Nesse sentido, a literatura latino-americana, com destaque para produ\u00e7\u00f5es de mulheres, pessoas negras e povos origin\u00e1rios, oferece narrativas que tensionam hegemonias e fortalecem identidades, funcionando como ferramenta pedag\u00f3gica para uma educa\u00e7\u00e3o mais justa, plural e emancipadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Conte\u00fados previstos: conceitos fundamentais das pedagogias descoloniais, educa\u00e7\u00e3o antirracista e antissexista com foco em interseccionalidade e pr\u00e1ticas escolares, literatura latino-americana como dispositivo cr\u00edtico, leitura e an\u00e1lise de textos liter\u00e1rios, metodologias de leitura cr\u00edtica e cria\u00e7\u00e3o de atividades, e oficina de elabora\u00e7\u00e3o de sequ\u00eancia did\u00e1tica decolonial. Metodologia baseada em aulas dialogadas, rodas de conversa, leitura e discuss\u00e3o de textos, an\u00e1lise cr\u00edtica de narrativas, trabalho colaborativo e produ\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, com elabora\u00e7\u00e3o final de uma sequ\u00eancia did\u00e1tica aplic\u00e1vel em sala de aula.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: Eliane da Silva.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>MC-03 &#8211; Genealogia da Experi\u00eancia e Epistemologias do Sul: mulheres, saberes situados e pr\u00e1ticas decoloniais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00 | 16\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; Bloco G &#8211; Sala 3<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 6 horas (2 sess\u00f5es de 3h).<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 40.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, pesquisadoras e pesquisadores, educadoras e educadores, e demais interessados.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: Este minicurso apresenta e discute a genealogia da experi\u00eancia como abordagem de reflex\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de conhecimento em di\u00e1logo com epistemologias do Sul, saberes situados e pr\u00e1ticas decoloniais. A proposta enfatiza a experi\u00eancia como campo de elabora\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e pr\u00e1tica, tomando trajet\u00f3rias, mem\u00f3rias e marcas sociais como elementos centrais para compreender como se produzem sentidos, interpreta\u00e7\u00f5es e formas de presen\u00e7a no mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade busca construir um percurso que relacione experi\u00eancia, corpo, territ\u00f3rio e conhecimento, valorizando a dimens\u00e3o situada do saber e a produ\u00e7\u00e3o intelectual vinculada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es concretas de vida. Ao articular mulheres, saberes e pr\u00e1ticas decoloniais, o minicurso oferece um espa\u00e7o de reflex\u00e3o sobre processos de invisibiliza\u00e7\u00e3o, deslocamento e reconstru\u00e7\u00e3o de narrativas, al\u00e9m de possibilidades metodol\u00f3gicas para pesquisas e pr\u00e1ticas formativas que reconhe\u00e7am pluralidade, diferen\u00e7a e historicidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrantes: Jeane Adre Rinque e Ticiane Caldas de Abreu.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>MC-04 &#8211; Processo criativo e fabula\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de arquivos liter\u00e1rios de escritores negros<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00 | 16\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; Bloco G &#8211; Sala 4<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 8 horas (2 sess\u00f5es de 4h).<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 40.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Bil\u00edngue (Portugu\u00eas e Espanhol).<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Estudantes de gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Humanas, professoras e professores, pesquisadoras e pesquisadores, e p\u00fablico interessado em literatura, mem\u00f3ria e arquivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: O minicurso prop\u00f5e discutir processos criativos e a fabula\u00e7\u00e3o cr\u00edtica a partir de arquivos liter\u00e1rios de escritores negros, articulando debates sobre mem\u00f3ria, circula\u00e7\u00e3o de narrativas e disputas em torno de acervos, documenta\u00e7\u00e3o e c\u00e2none. A proposta enfatiza o arquivo n\u00e3o apenas como reposit\u00f3rio, mas como campo de constru\u00e7\u00e3o de sentidos, de preserva\u00e7\u00e3o, de apagamentos e de reinven\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade busca explorar como manuscritos, documentos, fragmentos e registros permitem reconstruir percursos criativos e tensionar leituras consagradas, abrindo espa\u00e7o para interpreta\u00e7\u00f5es que considerem silenciamentos hist\u00f3ricos e regimes de visibilidade. A partir da fabula\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, ser\u00e3o trabalhadas possibilidades de leitura e an\u00e1lise que combinem rigor, imagina\u00e7\u00e3o interpretativa e compromisso com a reconfigura\u00e7\u00e3o de narrativas, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o intelectual negra.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: Raffaella Fernandez.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>MC-05 &#8211; Quando os Le\u00f5es (Re)Inventam as Suas Pr\u00f3prias Hist\u00f3rias, O Cais do Valongo e Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio Cultural Negro Brasileiro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00 | 16\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; 15\/04: Bloco i &#8211; Sala 1 e 16\/04: Bloco i &#8211; Sala 2<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 8 horas (2 sess\u00f5es de 4h).<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 40.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: O curso \u00e9 aberto a interessados no campo do patrim\u00f4nio cultural, artes, hist\u00f3ria, museologia, conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o, e tamb\u00e9m ao p\u00fablico em geral interessado em mem\u00f3ria e cultura afro-brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: O minicurso aborda o Cais do Valongo como refer\u00eancia para discutir conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural negro brasileiro, relacionando materialidade, mem\u00f3ria e disputas sobre narrativas hist\u00f3ricas. O Cais do Valongo \u00e9 um marco de grande densidade simb\u00f3lica e hist\u00f3rica, associado ao tr\u00e1fico atl\u00e2ntico e \u00e0 experi\u00eancia da di\u00e1spora africana no Brasil, oferecendo um ponto de partida para refletir sobre reconhecimento, preserva\u00e7\u00e3o, pol\u00edticas de patrim\u00f4nio e justi\u00e7a hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta busca discutir como processos de conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o dialogam com dimens\u00f5es sociais e culturais do patrim\u00f4nio, sobretudo quando se trata de espa\u00e7os atravessados por viol\u00eancia hist\u00f3rica, apagamentos e reinterpreta\u00e7\u00f5es em disputa. Tamb\u00e9m ser\u00e3o problematizadas formas de produ\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria p\u00fablica, as tens\u00f5es entre narrativas oficiais e reivindica\u00e7\u00f5es sociais, e as possibilidades de reconfigurar pr\u00e1ticas patrimoniais a partir do protagonismo de sujeitos e coletividades historicamente silenciados.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrantes: Aline Barbosa Santiago, J\u00falio C\u00e9sar Medeiros e Neuv\u00e2nia Curty Ghetti.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>MC-06 &#8211; Tempo Vivo na Pr\u00e1tica: multitemporalidades para (re)imaginar a aprendizagem e o agora<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00 | 16\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; 15\/04: Bloco i &#8211; Sala 3 e 16\/04: Bloco J &#8211; Sala 2<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 8 horas (2 sess\u00f5es de 4h).<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 40.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Educadoras e educadores, estudantes, pesquisadoras e pesquisadores, e pessoas interessadas em educa\u00e7\u00e3o, cultura, temporalidades e pr\u00e1ticas formativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: O minicurso prop\u00f5e trabalhar a no\u00e7\u00e3o de tempo vivo e a ideia de multitemporalidades como chave para refletir sobre aprendizagem, experi\u00eancia e presen\u00e7a no agora. A proposta parte da compreens\u00e3o de que os modos contempor\u00e2neos de vida, trabalho, estudo e circula\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o reorganizam percep\u00e7\u00f5es de tempo, ritmo e aten\u00e7\u00e3o, gerando impactos diretos em processos educativos e formativos.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade convida participantes a pensar al\u00e9m de cronologias lineares e modelos r\u00edgidos, explorando temporalidades que articulam mem\u00f3ria, dura\u00e7\u00e3o, interrup\u00e7\u00f5es, retomadas e cria\u00e7\u00e3o coletiva. Entre reflex\u00e3o e pr\u00e1tica, o minicurso busca abrir espa\u00e7o para experimentar estrat\u00e9gias e exerc\u00edcios que permitam reimaginar a aprendizagem em di\u00e1logo com o presente, com a sensibilidade do cotidiano e com a constru\u00e7\u00e3o compartilhada de sentidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: Felipi Marques da Rocha Pinto.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Oficinas<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>OF-01-ONLINE &#8211; Elementos do Marabaixo: patrim\u00f4nio cultural do Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 \u2013 18:00 \u00e0s 20 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Local: ONLINE.<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 2 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 100<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Estudantes da gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Agentes culturais.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: A oficina prop\u00f5e uma viv\u00eancia on-line sobre o Marabaixo, dan\u00e7a afro-<br>amapaense reconhecida como patrim\u00f4nio cultural do Brasil. Al\u00e9m disso, o Marabaixo \u00e9 decolonial, ancestral e uma ferramenta antirracista importante como patrim\u00f4nio quilombola. Durante a oficina ser\u00e1 tratado sobre o significado hist\u00f3rico do Marabaixo; O Marabaixo como patrim\u00f4nio cultural do Brasil; O Marabaixo como ferramenta antirracista; A indument\u00e1ria do Marabaixo; A caixa; Ladr\u00e3o de<br>Marabaixo; A dan\u00e7a; O ciclo do Marabaixo; Os barrac\u00f5es de Marabaixo de Macap\u00e1; Os pioneiros do Marabaixo no Amap\u00e1; A comida e a bebida tradicional do Marabaixo. A metodologia utilizada ser\u00e1 o C\u00edrculo de Cultura de Paulo Freire no formato on-line, com a forma\u00e7\u00e3o de uma grande roda, tendo como suporte te\u00f3rico a Cartilha <strong>Vem conhecer Marabaixo<\/strong>: elementos da maior e mais aut\u00eantica manifesta\u00e7\u00e3o Cultural do Amap\u00e1, um produto educacional criado por Silmara da Silva Lobato no Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o Profissional e Tecnol\u00f3gica (ProfEPT).<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: C\u00e9lia Souza da Costa.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>OF-01 &#8211; Cuidar e Parir na Am\u00e9rica Latina: Educa\u00e7\u00e3o Perinatal Decolonial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; Bloco K &#8211; Sala 1<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 4 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 30.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Bil\u00edngue (Portugu\u00eas e Espanhol).<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Estudantes e pesquisadores das \u00e1reas de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancias humanas e sociais, profissionais da sa\u00fade, doulas, gestantes e demais interessados.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: A oficina prop\u00f5e uma viv\u00eancia e um debate sobre cuidado, gesta\u00e7\u00e3o e parto na Am\u00e9rica Latina a partir de uma perspectiva decolonial de educa\u00e7\u00e3o perinatal. A proposta parte do reconhecimento de que pr\u00e1ticas de cuidado e sa\u00fade reprodutiva s\u00e3o atravessadas por desigualdades hist\u00f3ricas e contempor\u00e2neas, envolvendo rela\u00e7\u00f5es de poder, ra\u00e7a, classe, g\u00eanero e territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade aborda temas como medicaliza\u00e7\u00e3o, formas de viol\u00eancia e deslegitima\u00e7\u00e3o de saberes tradicionais, al\u00e9m de discutir possibilidades de cuidado mais contextualizadas, interculturais e centradas em direitos. O encontro combina exposi\u00e7\u00e3o, roda de conversa e atividades participativas, buscando articular repert\u00f3rios te\u00f3ricos e experi\u00eancias concretas para fortalecer pr\u00e1ticas de cuidado e educa\u00e7\u00e3o perinatal comprometidas com dignidade, autonomia e justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: Luana de Paula Santos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>OF-02 &#8211; Cer\u00e2mica, Mem\u00f3ria e Pr\u00e1ticas Decoloniais na Am\u00e9rica Latina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz &#8211; Bloco K &#8211; Sala 2<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 4 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: M\u00ednimo 5 e M\u00e1ximo 15.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Pessoas de todas as idades, com ou sem forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica, interessadas em pr\u00e1ticas manuais, cultura e mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: A oficina prop\u00f5e uma viv\u00eancia pr\u00e1tica e reflexiva a partir da cer\u00e2mica como linguagem ancestral e pr\u00e1tica cultural ligada a mem\u00f3ria, territ\u00f3rio e modos de vida latino-americanos. O trabalho com o barro \u00e9 tratado como experi\u00eancia art\u00edstica e tamb\u00e9m como gesto de reconhecimento de saberes tradicionais, conectando fazer manual, narrativas e pertencimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade inclui experimenta\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas b\u00e1sicas de modelagem e produ\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as, articulando o processo criativo a conversas sobre cultura, artesanato, transmiss\u00e3o de saberes e significados do fazer cer\u00e2mico em diferentes contextos. A oficina convida participantes a explorar o barro como mat\u00e9ria de express\u00e3o e como meio para refletir sobre perman\u00eancias, deslocamentos e reinven\u00e7\u00f5es culturais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: Leticia Mello de Souza Nascimento.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>OF-05 &#8211; Claro demais para ser preto, escuro demais para ser branco, Letramento racial, escrita de si e educa\u00e7\u00e3o antirracista para pessoas pardas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Data e hor\u00e1rio: 15\/04\/2026 &#8211; 08:30 \u00e0s 12:00<\/p>\n\n\n\n<p>Local: UNIOESTE Foz  &#8211; Bloco K &#8211; Sala 3<\/p>\n\n\n\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 4 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vagas: 25.<\/p>\n\n\n\n<p>Idioma: Portugu\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>P\u00fablico-alvo: Educadoras e educadores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e superior, estudantes de licenciatura e demais pessoas interessadas em rela\u00e7\u00f5es raciais e educa\u00e7\u00e3o antirracista.<\/p>\n\n\n\n<p>Descri\u00e7\u00e3o: A oficina prop\u00f5e um percurso de reflex\u00e3o cr\u00edtica e vivencial sobre letramento racial de pessoas pardas no Brasil, articulando debate, escrita de si e pr\u00e1ticas educativas antirracistas. A proposta discute como classifica\u00e7\u00f5es raciais, processos hist\u00f3ricos de embranquecimento e hierarquias sociais impactam identidades, pertencimentos e experi\u00eancias escolares, gerando ambiguidades e silenciamentos espec\u00edficos para pessoas pardas.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade combina discuss\u00e3o conceitual e exerc\u00edcios de escrita autobiogr\u00e1fica como pr\u00e1tica de elabora\u00e7\u00e3o e reconhecimento, relacionando viv\u00eancias individuais a processos hist\u00f3ricos e pol\u00edticos mais amplos. A oficina busca oferecer subs\u00eddios para pr\u00e1ticas educativas antirracistas, ampliando vocabul\u00e1rio cr\u00edtico e estrat\u00e9gias pedag\u00f3gicas que considerem complexidades do debate racial no cotidiano escolar e formativo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ministrante: Daniela Torres.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As atividades formativas do V SEMLACult incluem minicursos e oficinas te\u00f3rico-pr\u00e1ticas voltadas \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica, ao di\u00e1logo interdisciplinar e \u00e0&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-2277","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2277","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2277"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2277\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2401,"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2277\/revisions\/2401"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/claec.org\/semlacult\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2277"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}