{"id":2145,"date":"2021-08-25T19:07:52","date_gmt":"2021-08-25T22:07:52","guid":{"rendered":"https:\/\/claec.org\/ehm\/?page_id=2145"},"modified":"2021-11-10T17:00:05","modified_gmt":"2021-11-10T20:00:05","slug":"grupos-de-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/claec.org\/ehm\/grupos-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Grupos de Trabalho"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2145\" class=\"elementor elementor-2145\" data-elementor-post-type=\"page\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-28141a8a elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"28141a8a\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-6e4e5f1d\" data-id=\"6e4e5f1d\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-707534b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"707534b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n<table width=\"652\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 1- JUVENTUDES E EDUCA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Victor Hugo Nedel Oliveira-Universidade Federal do Rio Grande do Sul<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Miriam Pires Corr\u00eaa de Lacerda-Universidade LaSalle.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Estudar as juventudes contempor\u00e2neas e suas rela\u00e7\u00f5es com as mais diferentes tem\u00e1ticas e os diferentes campos do conhecimento faz-se oportuno em uma sociedade que, cada vez mais, subestima as capacidades destes sujeitos. O principal objetivo do Grupo de Trabalho \u201cJuventudes e Educa\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 estabelecer discuss\u00f5es sobre as Culturas Juvenis contempor\u00e2neas e suas interfaces com a Educa\u00e7\u00e3o, Sociologia, Antropologia, Ci\u00eancia Pol\u00edtica, Servi\u00e7o Social e Psicologia socializando pesquisas cient\u00edficas, reflex\u00f5es e experi\u00eancias, articuladas a diferentes contextos. Como aporte te\u00f3rico, recorre-se aos autores refer\u00eancias no campo das Juventudes, quais sejam: Jos\u00e9 Machado Pais; Carles Feixa; Juarez Dayrell; Jesus Mart\u00edn-Barbero; Rossana Reguillo; M\u00e1rio Margulis; N\u00e9stor Garcia Canclini; Helena Wendel Abramo; Regina Novaes, entre outros. H\u00e1 o entendimento, de acordo com a leitura de Feixa (2004), de que as culturas juvenis s\u00e3o as formas pelas quais os jovens estabelecem rela\u00e7\u00f5es no coletivo, em espa\u00e7os intersticiais \u00e0 vida institucional, ou seja, o conceito de coletividade \u00e9 presente em tais discuss\u00f5es. Ainda, em conson\u00e2ncia com Dayrell e Carrano (2014), h\u00e1 que se esclarecer que \u201cas pr\u00e1ticas culturais juvenis n\u00e3o s\u00e3o homog\u00eaneas. As configura\u00e7\u00f5es sociais em torno das identidades culturais n\u00e3o se constituem abstratamente, mas se orientam conforme os objetivos que as coletividades juvenis s\u00e3o capazes de processar num contexto de m\u00faltiplas influ\u00eancias externas e de interesses produzidos no interior de cada agrupamento espec\u00edfico.\u201d S\u00e3o contempladas pesquisas, reflex\u00f5es, relatos de experi\u00eancias e outros textos que articulem as tem\u00e1ticas das juventudes com: a escola, a cidade, a cultura, as sociabilidades, o meio ambiente, o cotidiano, o trabalho, a transi\u00e7\u00e3o para a vida adulta, as pol\u00edticas p\u00fablicas, a vida rural, o ensino superior, as quest\u00f5es de g\u00eanero, as migra\u00e7\u00f5es, a viol\u00eancia e outros temas pertinentes. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s diretrizes que orientam os trabalhos contemplados no GT, pesquisas e relatos que apresentem discuss\u00f5es te\u00f3ricas; discuss\u00f5es te\u00f3rico-anal\u00edticas; resultados de pesquisa e relatos de experi\u00eancia ser\u00e3o apreciados. Neste sentido, \u00e9 ampla a margem de possibilidades de trabalhos a serem inscritos no GT Juventudes e Educa\u00e7\u00e3o, possibilitando o alargamento destas discuss\u00f5es as quais configuram-se como importantes n\u00e3o apenas para o campo das juventudes, mas tamb\u00e9m para a academia e para a sociedade como um todo, em especial na atual conjuntura de constantes ataques \u00e0 democracia.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 2-PR\u00c1TICAS DECOLONIAIS NO ENSINO DE L\u00cdNGUAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Ana Carla Barros Sobreira -IEL-UNICAMP-CAPES<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Licen.Freddy Calderon Choque-UTO- CS &#8211; BO<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A proposta de um GT inserido no campo da Lingu\u00edstica Aplicada e que se baseia na perspectiva dos Estudos Decoloniais e do Letramento Cr\u00edtico, atesta a indisciplinariedade, transdisciplinariedade e multidisciplinariedade como caracter\u00edsticas preponderantes no nosso contexto atual. Objetivamos produzir conhecimentos a partir de uma vis\u00e3o anti-hegem\u00f4nica no ensino de l\u00ednguas, que observem o desenvolvimento da criticidade nos alunos por meio de atitudes decoloniais. Nesse contexto, visamos tecer di\u00e1logos para desconstruir pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas etnoc\u00eantricas, ou seja, ressignificando os espa\u00e7os de aprendizagem, transgredindo as formas de ensinar e aprender l\u00ednguas adicionais e a reboque, transpondo os limites tradicionais das atividades escolares. Buscamos levantar discuss\u00f5es sobre a necessidade de desenvolvimento de pedagogias transgressivas e decoloniais, como forma de propiciar processos educacionais que possam subverter os padr\u00f5es impostos e normatizados nas pr\u00e1ticas escolares. Esperamos receber trabalhos conclu\u00eddos ou em andamento, relatos de experi\u00eancia em sala de aula, praticas pedag\u00f3gicas presenciais e\/ou no contexto do ciberespa\u00e7o, que abordem pesquisas relacionadas \u00e0s Perspectivas Decoloniais e que dialoguem com pr\u00e1ticas de sala de aula de professores de l\u00ednguas adicionais de Ingl\u00eas, Espanhol e Portugu\u00eas para Estrangeiros.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 3- PEDAGOGIAS EM TRANSI\u00c7\u00c3O: EDUCA\u00c7\u00c3O AMBIENTAL POPULAR, EDUCA\u00c7\u00c3O ESPECIAL E ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, PR\u00c1TICAS EDUCATIVAS COM INF\u00c2NCIAS, JUVENTUDES E ADULTOS NO MUNDO PAND\u00caMICO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda.Viviane Hasfeld Machado-no PPG de Educa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias -Universidade Federal de Rio Grande<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda.Tatiane Mena Silveira Melgares-Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o UFPEL<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Drando.William Leonardo Gomez Lotero-Doutorado em Educa\u00e7\u00e3o Ambiental<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Drando.Everton F\u00earr\u00ear de Oliveira- Doutorado em Educa\u00e7\u00e3o Ambiental-FURG.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O GT apresenta como objetivos: a) Estabelecer uma rede dial\u00f3gica sobre as pol\u00edticas, processos e pr\u00e1ticas educativas nas modalidades especializadas de ensino; b) Debater sobre propostas sobre os fundamentos e pr\u00e1ticas em educa\u00e7\u00e3o popular ambiental com vistas extens\u00e3o um universit\u00e1ria na realidade pand\u00eamica; c) Compreender os processos de ensino originados\u00a0 no per\u00edodo da pandemia da COVID -19 nos contextos escolares e n\u00e3o escolares p\u00fablicos; d) Compartilhar experi\u00eancias sobre\u00a0 as narrativas de jovens LGBTQI\u00a0 sobre as viv\u00eancias e o retorno aos espa\u00e7os escolares. Prop\u00f5e-se um espa\u00e7o plural, atento a diversidade para compartilhamento de experi\u00eancias na realidade pand\u00eamica. Do recorte tem\u00e1tico gostar\u00edamos de reunir pessoas interessadas em dialogar sobre \u201cpr\u00e1ticas e reflex\u00f5es\u201d, sendo que propostas finalizadas ou em andamento s\u00e3o bem-vindas. A necessidade levou muitas pessoas a se reinventarem em suas rela\u00e7\u00f5es sociais. Este GT prop\u00f5e o olhar sobre a transi\u00e7\u00e3o das pedagogias que estiveram presentes e transversalizadas, por vezes invisibilizadas, mas que num mundo pand\u00eamico tiveram de criar solu\u00e7\u00f5es e alternativas ou ainda buscam por elas. Neste sentido, aqueles interessados em compartilhar suas reflex\u00f5es sobre as salas de recurso multifuncional e o atendimento educacional especializado, pol\u00edticas e gest\u00e3o dos processos de educa\u00e7\u00e3o especial nas institui\u00e7\u00f5es educacionais, especialmente pelo cen\u00e1rio da atualidade, face \u00e0 nova \u201cPol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida \u2013 PNEE\u201d Institu\u00edda pelo Decreto 10.502 de 30 de Setembro de 2020 e as consequ\u00eancias na educa\u00e7\u00e3o inclusiva que vem sendo constru\u00edda nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Tamb\u00e9m a Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA) que vem sofrendo um desmonte com o fechamento de milhares de salas de aula, fragilidade na oferta de exames de supl\u00eancia pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. A educa\u00e7\u00e3o ao longo da Vida n\u00e3o \u00e9 um m\u00e9rito da \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o Especial, mas uma \u201cdeclara\u00e7\u00e3o\u201d cunhada na Confer\u00eancia Internacional de Educa\u00e7\u00e3o de Adultos realizada pela primeira vez no continente americano no ano de 2009 e teve como sede a cidade de Bel\u00e9m no Estado do Par\u00e1. Al\u00e9m disso, pensamos no cruzamento com trabalhos que t\u00eam lidado com seguran\u00e7a alimentar e suas alternativas, economia solid\u00e1ria e mundo do trabalho, crise clim\u00e1tica, natureza e tecnologia entre outros recortes com escopo dos fundamentos e pr\u00e1ticas em da educa\u00e7\u00e3o popular ambiental. Pois todas a \u00e1reas est\u00e3o interligadas, seja pelas epistemologias e ideologias que as sustentam. Neste sentido, face a prem\u00eancia de uma compreens\u00e3o da sustentabilidade na sobreviv\u00eancia dos seres humanos e n\u00e3o humanos, atendidos em modalidades especializada ou n\u00e3o, propomos este GT num mundo em transi\u00e7\u00e3o com Pedagogias em transi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>GT 4- AS VERTENTES DAS TEORIAS P\u00d3S-ESTRUTURALISTAS E DAS FILOSOFIAS DA DIFEREN\u00c7A NA PRODU\u00c7\u00c3O DECOLONIAL DAS CI\u00caNCIAS HUMANAS E SOCIAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Dulce Mari da Silva Voss- Universidade Federal do Pampa<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Eliada Mayara Cardoso da Silva Alves- Universidade Federal de Pelotas<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Eduardo Nunes Jacondino- Universidade do Oeste do Paran\u00e1<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O objeto dos conhecimentos produzidos nas ci\u00eancias humanas e sociais \u00e9 \u201co homem\u201d, sujeito centrado no modelo euroc\u00eantrico forjado pelo\/no Iluminismo, Humanismo e Liberalismo. Assim como dito por Nietzsche: \u201cHumano, demasiado Humano\u201d. Discursividade que serviu e ainda serve, em grande parte, de vetor da produ\u00e7\u00e3o do pensamento moderno autocentrado na Europa. Essa metanarrativa traduz e define uma verdade do conhecimento cient\u00edfico, relegando culturas e coletividades a uma condi\u00e7\u00e3o de subalternidade que as posiciona no limiar civilizat\u00f3rio para subjuga-las ao crivo da coloniza\u00e7\u00e3o. Um movimento de desterritorializa\u00e7\u00e3o de todas as formas de territorialidade e conjugalidade ante a tomada das terras, os saques, os genoc\u00eddios e a escraviza\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias da \u00c1frica (em 1415) e da Am\u00e9rica (em 1492). Coloniza\u00e7\u00e3o que induziu a ado\u00e7\u00e3o do modelo semi\u00f3tico europeu como padr\u00e3o de vida, como c\u00f3digo de defini\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o das categorias identit\u00e1rias e das diferen\u00e7as expressas em categorias separadas e hierarquizadas &#8211; nacionalidades, regionalidades, territorialidades, idiomas, s\u00edmbolos, cren\u00e7as e outros elementos usados para nomear, classificar e governar a vida no mundo dominado pelos europeus. Contudo, povos origin\u00e1rios, comunidades perif\u00e9ricas e demais coletividades marginalizadas engendraram e engendram, at\u00e9 os dias de hoje, maneiras pr\u00f3prias de escapar \u00e0 colonialidade euroc\u00eantrica, borrando suas fronteiras, seus c\u00f3digos morais, seus dispositivos de sujei\u00e7\u00e3o, uniformiza\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o da vida e da morte. S\u00e3o essas as hist\u00f3rias, epistemologias, antropologias, geografias que come\u00e7am a mover o pensamento em outra dire\u00e7\u00e3o e reinventar as ci\u00eancias humanas e sociais num projeto voltado \u00e0 decolonialidade do ser, saber e poder.\u00a0 Neste GT objetivamos reunir pesquisadores\/as, educadores\/as, ativistas e demais sujeitos envolvidos na produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos em ci\u00eancias humanas e sociais que tematizam a descoloniza\u00e7\u00e3o e a decolonialidade em seus estudos e a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, de modo a fortalecer a an\u00e1lise operada em torno dessa problem\u00e1tica pela via das teorias P\u00f3s-Estruturalistas e Filosofias da Diferen\u00e7a. E, nesse sentido, multiplicar as vozes que denunciam a perversidade da coloniza\u00e7\u00e3o e da colonialidade e, ao mesmo tempo, fazer ecoar a pluralidade de saberes e exist\u00eancias que povoam o sul global. Ou seja: \u201cuma outra ordem mundial \u00e9 a luta pela cria\u00e7\u00e3o de um mundo onde muitos mundos possam existir, e onde, portanto, diferentes concep\u00e7\u00f5es de tempo, espa\u00e7o, subjetividade possam coexistir e tamb\u00e9m se relacionar produtivamente\u201d (MALDONADO-TORRES, IN: BERNARDINO-COSTA; MALDONADO-TORRES; GROSFOGUEL, 2019, p. 35-36).<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>GT 5-CI\u00caNCIA E EDUCA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Peterson Fernando Kepps da Silva- Universidade Federal do Rio Grande \/ EMEF Cec\u00edlia Meireles, Pelotas\/RS<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Drando.Igor Daniel Martins Pereira- Universidade Federal de Pelotas\/Universidade Federal de Rio Grande\/ Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o de Bag\u00e9<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O presente Grupo de Trabalho (GT), visa a discuss\u00e3o te\u00f3rico-pr\u00e1tica e te\u00f3rico-metodol\u00f3gica sobre educa\u00e7\u00e3o, aprendizagem, avalia\u00e7\u00e3o e curr\u00edculo no \u00e2mbito das ci\u00eancias. Desse modo, este GT acolhe pesquisas em desenvolvimento ou conclu\u00eddas, produzidas por graduandos e p\u00f3s-graduandos, professores e pesquisadores da \u00e1rea das ci\u00eancias, que possam contribuir com as discuss\u00f5es propostas. A educa\u00e7\u00e3o, para este GT \u00e9 compreendida como aquela que possibilita a amplia\u00e7\u00e3o do que se entende como escola, envolvendo nesse escopo, a aprendizagem, a avalia\u00e7\u00e3o e o curr\u00edculo. Portanto, a educa\u00e7\u00e3o em ci\u00eancias, tem como mote a compreens\u00e3o de processo, uma vez que n\u00e3o se pode pensar a educa\u00e7\u00e3o como algo est\u00e1tico: por si s\u00f3 o pensar \u00e9 a\u00e7\u00e3o. Desse modo, para defender a concep\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o aqui apresentada, nos baseamos em Biesta, Maschellein e Simons, e Freire. Para os autores, o objetivo da educa\u00e7\u00e3o \u00e9 proporcionar \u00e0s crian\u00e7as e aos adolescentes a suspens\u00e3o do mundo vivido: a escola \u00e9 o lugar da educa\u00e7\u00e3o, pois \u00e9 nela que crian\u00e7as e adolescentes experimentam um lugar diferente da conting\u00eancia humana: a vida social. Na escola, o fazer educa\u00e7\u00e3o precisa levar em conta a complexidade do ato pedag\u00f3gico. Isto \u00e9, a discuss\u00e3o sobre aprendizagem, avalia\u00e7\u00e3o e curr\u00edculo precisa estar em articula\u00e7\u00e3o aos contextos vigentes: as pol\u00edticas educacionais, a economia, o social e aos contextos locais. Desse modo, a educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica alinha-se com a ideia de que avaliar \u00e9 garantir a possibilidade de express\u00e3o das mais diversas formas de compreens\u00e3o dos conte\u00fados, n\u00e3o s\u00f3 os disciplinares, tratando-se de uma avalia\u00e7\u00e3o formativa (SOUZA e BORUCHOVITCH). De mesmo modo, este GT entende, baseado em Silva, Macedo e Veiga-Neto que o curr\u00edculo escolar est\u00e1 imbricado na constru\u00e7\u00e3o do tipo de sujeito que se pretende formar. Sua pot\u00eancia est\u00e1 na sua estrutura formadora, naquilo que o alimenta, isto \u00e9: a escola em funcionamento, seus espa\u00e7os, regras, normas e diretrizes, disciplinas. O que perpassa desde a atua\u00e7\u00e3o do professor, o desenvolver\/fazer pedag\u00f3gico, at\u00e9 os objetivos da institui\u00e7\u00e3o escolar e como esses s\u00e3o desenvolvidos no e com os estudantes. Acreditamos, por fim, que as ci\u00eancias colaboram nesse processo de fazer escola e educa\u00e7\u00e3o, pois possibilita pensar as rela\u00e7\u00f5es, conte\u00fado, aprendizagem, avalia\u00e7\u00e3o e curr\u00edculo na escola. Porque pensar ci\u00eancias a partir da concep\u00e7\u00e3o de Maturana, de Fourez, de Cachapuz et al., e tantos outros autores possibilita analisar o mundo com os \u00f3culos cient\u00edfico, mas n\u00e3o acreditando que estes trazem uma \u00fanica verdade, se n\u00e3o o contr\u00e1rio, esses \u00f3culos ajudam, em meio a muitos outros, a compreender os discursos vigentes. Ajuda a entender o mundo a partir e atrav\u00e9s desse conhecimento que \u00e9 humano e, portanto, uma constru\u00e7\u00e3o nossa, circunscrita num determinado per\u00edodo e n\u00e3o neutra. Nesses termos, a quest\u00e3o que permeia a discuss\u00e3o que se intenta neste GT \u00e9: que educa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica queremos?<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>GT 6- O QU\u00ca PAULO FREIRE NOS ENSINA? TRANSVERSALIDADES, AMOROSIDADES, MEM\u00d3RIAS E RESIST\u00caNCIAS NA EDUCA\u00c7\u00c3O B\u00c1SICA EM TEMPOS DE PANDEMIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. B\u00e1rbara Regina Gon\u00e7alves Vaz- UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Eduardo Garralaga Melgar Junior- UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Jeruza da Rosa da Rocha-UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Liana Barcelos Porto-UFPEL<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O grupo de trabalho prop\u00f5e discutir os ensinamentos freirianos em di\u00e1logo com a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica em tempos de pandemia. Ao narrar os acontecimentos da escola o(a) docente\/pesquisador(a) apresentar\u00e1 suas reflex\u00f5es sobre os desafios, avan\u00e7os e resist\u00eancias da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica em rela\u00e7\u00e3o a crise sanit\u00e1ria, pol\u00edtica e social vivenciadas no ch\u00e3o da escola p\u00fablica. A precariza\u00e7\u00e3o da vida ganhou visibilidade. A escola j\u00e1 esbravejava, e nas desigualdades constru\u00eda possibilidades que buscavam redimensionar a vida, para a dignidade humana, a equidade e o protagonismo comunit\u00e1rio para a transforma\u00e7\u00e3o social. Com a indaga\u00e7\u00e3o buscamos neste grupo de trabalho: dialogar sobre as contribui\u00e7\u00f5es de Freire para a educa\u00e7\u00e3o em pandemia; indagar a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica sobre os ensinamentos freirianos em tempos de pandemia; construir reflex\u00f5es sobre as (re)inven\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas; esperan\u00e7ar no caminho da resist\u00eancia; narrar a luta contra a discrimina\u00e7\u00e3o, a invisibilidade e a exclus\u00e3o na escola; posicionar a pr\u00e1xis docente em defesa da forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica, cr\u00edtica e pol\u00edtica dos educandos. No centen\u00e1rio de nascimento de Paulo Freire homenageamos esse educador social, patrono da educa\u00e7\u00e3o brasileira, reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes intelectuais da atualidade. Suas obras n\u00e3o respeitam fronteiras, adentram aos mais diferentes continentes e contextos, na diferen\u00e7a produz efeitos e com elas, transforma perspectivas e realidades. Transformar a realidade da educa\u00e7\u00e3o, promove o levante necess\u00e1rio \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o social, que busca construir e ao esperan\u00e7ar, jamais esmorecer, dando as m\u00e3os para na coletividade avan\u00e7ar.\u00a0 Esse GT desafia a todos, todas e todes a aprender, pensar e construir coletivamente outras sa\u00eddas. Freire chama aten\u00e7\u00e3o para o inacabado, processos educacionais humanizantes que potencializam a educa\u00e7\u00e3o a partir da indaga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, social, cultural, pol\u00edtica, \u00e9tica e est\u00e9tica. Para pensarmos os protagonismos das escolas nesse tempo de crise sanit\u00e1ria, vislumbramos na educa\u00e7\u00e3o libertadora, democr\u00e1tica e justa, alternativas que reinventam a vida, reconstroem possibilidades e libertam a escola das amarras pedag\u00f3gicas opressoras. A proposi\u00e7\u00e3o do GT \u00e9 um convite ao di\u00e1logo, ao esperan\u00e7ar necess\u00e1rio a constru\u00e7\u00e3o de uma escola comprometida com a vida e o meio ambiente, numa a\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o que supere o clientelismo autorit\u00e1rio da escola. A pandemia refor\u00e7ou o que Freire em 1968 na Pedagogia do Oprimido j\u00e1 problematizava, a necessidade da constru\u00e7\u00e3o de uma escola sem muros. Educadores e fam\u00edlia criaram novos modos de aprender, ato criador da ressignifica\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o pela escola, fam\u00edlia e crian\u00e7as. Esperamos que os part\u00edcipes deste GT ao constru\u00edrem suas narrativas compreendam a experi\u00eancia n\u00e3o como algo exterior ao indiv\u00edduo, mas algo que sugere uma interface entre interior e exterior; logo o indiv\u00edduo que a vive, concede que algo lhe aconte\u00e7a, que algo lhe toque. O indiv\u00edduo da experi\u00eancia \u00e9 consciente de sua condi\u00e7\u00e3o de construtor do conhecimento E essa \u00e9 nossa proposta aos pesquisadores e docentes que compartilhem com este GT suas narrativas, suas experi\u00eancias, seus movimentos educacionais inacabados constru\u00eddos a partir dos ensinamentos freirianos. Viva a Freire, a Escola P\u00fablica e a Resist\u00eancia! Dialogue com a transforma\u00e7\u00e3o! Liberte-se e se inscreva!<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 7- HIST\u00d3RIA, MEM\u00d3RIA E IDENTIDADE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>\u00a0<\/strong>Dr. Alan Dutra de Melo- Universidade Federal do Pampa<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Hilda Jaqueline de Fraga- Universidade Federal do Pampa<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Ronaldo Bernardino Colvero- Universidade Federal do Pampa<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 estabelecer aproxima\u00e7\u00f5es entre a hist\u00f3ria, mem\u00f3ria e Identidade elementos importantes na compreens\u00e3o das sociedades de Fronteiras. As rela\u00e7\u00f5es de poder institu\u00edda ao longo do tempo pelas Elites alteraram as rela\u00e7\u00f5es entre estado e sociedade estabelecendo um novo contexto social nestas regi\u00f5es. As Pol\u00edticas P\u00fablicas em regi\u00f5es de fronteiras necessitam de uma melhor compreens\u00e3o da realidade social para isto \u00e9 importante congregar nestas discuss\u00f5es os diferentes saberes de todas as \u00e1reas do conhecimento<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 8- MUNDO \u00c1RABE CONTEMPOR\u00c2NEO: REFLEX\u00d5ES HIST\u00d3RICAS, POL\u00cdTICAS E CULTURAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr.Edison Cruxen- Universidade Federal do Pampa\/Jaguar\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Mohammed Nadir- Universidade Federal do ABC Paulista<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Caiu\u00e1 Al-Alam- Universidade Federal do Pampa\/Jaguar\u00e3o<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O presente GT constitui uma parceria entre o Laborat\u00f3rio de Estudos da Hist\u00f3ria do Mundo \u00c1rabe e Isl\u00e3 (LEHMAI\/UNIPAMPA), coordenado pelo Prof. Dr. Edison Cruxen; o Laborat\u00f3rio de Hist\u00f3ria Pol\u00edtica e Social (LAHISP\/UNIPAMPA), coordenado pelo Prof. Dr. Caiu\u00e1 Al-Alam e o Prof. Dr. Mohammed Nadir, docente do bacharelado e coordenador do GT \u00c1frica no OPEB\/UFABC. O GT nasce de uma perspectiva Multidisciplinar entre tr\u00eas \u00e1reas das humanidades: Hist\u00f3ria, Pol\u00edtica e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais. A proposta objetiva a constitui\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o acad\u00eamico para socializa\u00e7\u00e3o e debate sobre o mundo \u00e1rabe contempor\u00e2neo, em suas diversas perspectivas hist\u00f3ricas, pol\u00edticas, sociais e culturais. Se prop\u00f5e a reunir investigadores, discentes e docentes, dispostos a construir reflex\u00f5es que busquem uma melhor compreens\u00e3o sobre a hist\u00f3ria contempor\u00e2nea do mundo \u00e1rabe e Isl\u00e3. O GT se pretende enquanto um f\u00f3rum de desconstru\u00e7\u00e3o de preconceitos, ainda t\u00e3o fortemente marcados em nossa sociedade e, mesmo, no meio acad\u00eamico, no que se refere a este tema. Objetiva tamb\u00e9m pensar a complexidade e as variedades do mundo \u00e1rabe em seus processos hist\u00f3ricos e pol\u00edticos contempor\u00e2neos, rompendo a vis\u00e3o monobloco, determinista e generalista fomentada, muitas vezes, nos meios de comunica\u00e7\u00e3o. O GT Mundo \u00c1rabe Contempor\u00e2neo: Reflex\u00f5es Hist\u00f3ricas, Pol\u00edticas e Culturais, est\u00e1 aberto para receber contribui\u00e7\u00f5es que provenham de diferentes experi\u00eancias sobre o tema, tais como: pesquisas conclu\u00eddas, em desenvolvimento ou est\u00e1gio inicial; viv\u00eancias docentes em sala de aula, no ensino m\u00e9dio ou superior; experi\u00eancias de atividades acad\u00eamicas promovidas em laborat\u00f3rios, grupos de investiga\u00e7\u00e3o e estudos, que provenham dos mais diversos campos de conhecimento. O recorte temporal, com perspectiva flex\u00edvel, est\u00e1 previsto desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX at\u00e9 os dias atuais. O recorte espacial concerne n\u00e3o apenas ao Oriente M\u00e9dio, mas tamb\u00e9m a presen\u00e7a de imigrantes e descendentes da cultura \u00e1rabe e Isl\u00e3 no Brasil, no continente americano e no resto do mundo. Contemporaneamente o mundo \u00e1rabe e isl\u00e2mico tem passado por situa\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es que repercutem na pol\u00edtica e economia da comunidade internacional, como o conflito Israel-Palestina, Primavera \u00c1rabe, instabilidade na S\u00edria, di\u00e1sporas para o Ocidente, retorno dos talib\u00e3s ao poder no Afeganist\u00e3o, dentre tantos outros. Se faz necess\u00e1rio perceber que este n\u00e3o \u00e9 um mundo separado do nosso e que m\u00fatuas influ\u00eancias e impactos se fazem sentir, n\u00e3o apenas contemporaneamente, mas ao longo de toda Hist\u00f3ria.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 9-ENTRETENIMENTO E [ADAPTA\u00c7\u00d5ES COMO] PR\u00c1TICAS TRANSM\u00cdDIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Dario de Souza Mesquita Junior- Departamento de Arte e Cultura\/UFSCar<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Me. Yan Masetto Nicolai- PPGL \u2013 UFSCar<\/p>\n<p>Meio ao atual contexto econ\u00f4mico, tecnol\u00f3gico e cultural, multiplicam-se as pr\u00e1ticas em que o conte\u00fado converge por distintas m\u00eddias e plataformas, proporcionando experi\u00eancias de entretenimento mais intensificadas e abertas para participa\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. Isso, associado a h\u00e1bitos de consumo sustentados pelo grande fluxo de informa\u00e7\u00f5es, cria possibilidades criativas que se traduzem por pr\u00e1ticas transm\u00eddia, ao mesmo tempo que emergem reflex\u00f5es sobre os conte\u00fados pode ser articulado e integrado atrav\u00e9s de de m\u00eddias e plataformas &#8211; num combinat\u00f3rio que podemos denominar de multiplataformas.\u202f <br \/>Pela l\u00f3gica transm\u00eddia, mundos ficcionais s\u00e3o concebidos, experenciados e entregues de forma coerente por meio de livros, quadrinhos e videogames. Scolari (2017) defende que \u00e9 preciso discutir a l\u00f3gica transm\u00eddia em conjunto com diferentes campos a fim de sempre renovar as reflex\u00f5es no atual cen\u00e1rio comunicativo, em que todos os projetos criativos precisam atuar por diferentes meios e todo consumo midi\u00e1tico se d\u00e1 por distintas telas e de forma participativa. Os diferentes p\u00fablicos dos meios de comunica\u00e7\u00e3o agora atuam conectados \u00e0s redes, demandando novas formas de experi\u00eancia, atuando conjuntamente na cria\u00e7\u00e3o e propaga\u00e7\u00e3o de conte\u00fado.\u202f <br \/>Teorizado primeiro por Henry Jenkins, pelo conceito de transmedia storytelling (traduzido no Brasil como narrativa transm\u00eddia), a l\u00f3gica transm\u00eddia vai al\u00e9m da formula\u00e7\u00e3o te\u00f3rica estabelecida pelo autor em criar uma experi\u00eancia em que cada meio explora uma nova hist\u00f3ria de um mundo complexo. H\u00e1 outros percursos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos que refletem sobre o fen\u00f4meno por diferentes perspectivas, como a partir do campo liter\u00e1rio, do design e dos videogames. Caminhos explorados por autores como Masha Kinder (1991), Carlos A. Scolari (2013), Maurie-Laurie Ryan (2013), Christy Dena (2009), Marc Steinberg (2018), Lisbeth Klastrup e Susana Tosca (2004), Jo\u00e3o Massarolo (2011), Yvana Fetiche (et al., 2013) e Lucia Santaella (2013) <br \/>Em comum, todos os autores abordam sobre como um universo de hist\u00f3rias pode ser explorado e expandido por distintas linguagens e interfaces. Esta expans\u00e3o permite, por exemplo, que elementos dispersos possam ser apropriados facilmente pelo p\u00fablico ou originar franquias de entretenimento &#8211; propriedades intelectuais geridas a longo prazo e por diferentes contextos culturais\u202f <br \/>Nesses par\u00e2metros, a presente proposta de grupo tem\u00e1tico busca abarcar essas diferentes abordagens dos fen\u00f4menos relacionados \u00e0s pr\u00e1ticas transm\u00eddia no entretenimento. O grupo objetiva ser uma interface cab\u00edvel entre diferentes \u00e1reas do conhecimento que tomem o entretenimento como objeto de estudo, abordando fen\u00f4menos como a transposi\u00e7\u00e3o de mundos origin\u00e1rios de obras liter\u00e1rias para o cinema, de videogames para livros ou at\u00e9 mesmo s\u00e9ries audiovisuais. Pode-se explorar tamb\u00e9m fanfics (fic\u00e7\u00f5es de f\u00e3s) ou contos em blogs derivados de obras audiovisuais e liter\u00e1rias.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>GT 10- GT TURISMO, LAZER E CULTURA: POSSIBILIDADES, CRIATIVIDADE E INCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Alessandra Buriol Farinha-UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(I<em>n memorian<\/em>)Dra. Adriana Pisoni da Silva-UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. \u00c2ngela Mara Bento Ribeiro-UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Patr\u00edcia Schneider Severo-UNIPAMPA<\/p>\n<p>Entende-se que as discuss\u00f5es, pesquisas e contribui\u00e7\u00f5es de turismo, lazer e cultura devem estar conectadas com a perspectiva hodierna, voltada para o humanismo, os saberes tradicionais, a autoestima de aut\u00f3ctones e com o planejamento tur\u00edstico inclinado a priorizar as comunidades locais nos processos e rela\u00e7\u00f5es que surgem da atividade tur\u00edstica. Propostas de turismo e lazer coerentes com a realidade local, criatividades na constitui\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es e espa\u00e7os de hospitalidade, a promo\u00e7\u00e3o da intera\u00e7\u00e3o social s\u00e3o aspectos relevantes para pensarmos novas formas de turismo, mais humano e conectado ao outro e menos no self, na individualidade e no consumismo que nos afasta. Nesse sentido, pode-se afirmar que o conhecimento dos bens culturais e sua valoriza\u00e7\u00e3o, as parcerias entre institui\u00e7\u00f5es p\u00fablico\/privadas interessadas s\u00e3o importantes para que haja a integra\u00e7\u00e3o social e para que o turismo seja menos negativamente impactante, mais justo e humanizado. Este grupo de trabalho prop\u00f5e contemplar estudos e pesquisas em turismo, lazer e cultura, mercado tur\u00edstico, cases de turismo de base comunit\u00e1ria, impactos sociais, culturais, ambientais, as diversas intera\u00e7\u00f5es e olhares de realidades locais e outros. Busca pesquisas com o intuito de apresentar o turismo, o lazer e a cultura como agentes indissoci\u00e1veis e transformadores do meio social.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 11- A CRISE DA CURADORIA E A NECESSIDADE DE PESQUISAS CIENT\u00cdFICAS EM ACERVOS ARQUEOL\u00d3GICOS BRASILEIROS<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Drando. Matheus Pereira da Costa- Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 USP<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Anne Kareninne Souza Castelo Branco- Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 USP<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Camilo de Mello Vasconcellos- Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 USP<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio contempor\u00e2neo onde crises sanit\u00e1rias se coadunam \u00e0s crises museol\u00f3gico-curatoriais, faz-se necess\u00e1rio construir reflex\u00f5es que nos aproximem das rela\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas entre sociedades, museus e o patrim\u00f4nio arqueol\u00f3gico. Nos \u00faltimos anos, os museus e demais institui\u00e7\u00f5es de guarda e pesquisa, vem acompanhando um movimento ininterrupto de forma\u00e7\u00e3o de acervos arqueol\u00f3gicos, tanto por pesquisas arqueol\u00f3gicas acad\u00eamicas quanto por pesquisas preventivas. Neste \u00ednterim, muitos pesquisadores t\u00eam posto em relevo os desafios e as potencialidades relacionadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de acervos e cole\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas, sugerindo propostas que auxiliem no tratamento e extrovers\u00e3o da heran\u00e7a patrimonial. Em contexto internacional, essa problem\u00e1tica se insere enquanto parte daquilo que Voss (2012) definiu como a \u201ccrise dos acervos\u201d, e que no contexto brasileiro vem ganhando novos contornos, especialmente, com aumento expressivo acervos que em sua maioria s\u00e3o incompat\u00edveis com as estruturas operacionais das institui\u00e7\u00f5es. Essa situa\u00e7\u00e3o observada em contexto local, regional, e nacional, tem sido identificada enquanto parte de uma estratigrafia do abandono, conceito sistematizado pela muse\u00f3loga e pesquisadora Maria Cristina de Oliveira Bruno (1995). Essa estratigrafia acompanha historicamente os museus e tem sido respons\u00e1vel pela satura\u00e7\u00e3o dos processos de salvaguarda e comunica\u00e7\u00e3o museol\u00f3gica, tornando expl\u00edcitos os descompassos gerados entre preserva\u00e7\u00e3o e desenvolvimento. Com o objetivo de problematizar o fat\u00eddico abandono dos estudos sobre acervos arqueol\u00f3gicos na realidade brasileira, e consequentemente identificar os fatores respons\u00e1veis pelo isolamento das mem\u00f3rias sociais nos museus, notadamente, aqueles relacionados \u00e0s sociedades ind\u00edgenas, este grupo de trabalho prop\u00f5e gerar discuss\u00f5es de cunho te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas, que se alinham a agenda contempor\u00e2nea dos processos de musealiza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio arqueol\u00f3gico,\u00a0 incentivando apresenta\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias metodol\u00f3gicas que visam mitigar os impactos gerados nesses contextos. Tendo em vista a amplitude do tema, podem ser inscritos trabalhos que abordem a tem\u00e1tica da mem\u00f3ria e identidade em museus de arqueologia e demais institui\u00e7\u00f5es de guarda e pesquisa, experi\u00eancias sobre musealiza\u00e7\u00e3o in situ e ex-situ, educa\u00e7\u00e3o para o patrim\u00f4nio arqueol\u00f3gico em espa\u00e7os formais e n\u00e3o formais, demais experi\u00eancias e estrat\u00e9gias educativo-culturais em espa\u00e7os museais. Recomenda-se que as propostas se relacionem \u00e0s tem\u00e1ticas dos processos de musealiza\u00e7\u00e3o da arqueologia, arqueologia p\u00fablica, educa\u00e7\u00e3o patrimonial, e museologia social.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>GT 12- ESTUDOS SOBRE CORPO E DISCURSO NA ATUALIDADE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Virginia Barbosa Lucena Caetano- Universidade Federal de Pelotas<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Millaine de Souza Carvalho- Universidade Federal de Pelotas<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Naiara Souza da Silva- Universidade Federal de Pelotas<\/p>\n<p>O corpo, na atualidade, configura-se como um dos principais espa\u00e7os simb\u00f3licos na constru\u00e7\u00e3o dos modos de subjetividade dos sujeitos. Le Breton (2012) prop\u00f5e pensar que o corpo, na contemporaneidade, foi promovido a alter ego. Segundo o autor, o corpo passou a desempenhar o papel principal nas rela\u00e7\u00f5es do sujeito com o mundo. Por vezes, \u00e9 transmutado em substituto do sujeito. Assim, atrav\u00e9s da rela\u00e7\u00e3o com o corpo, o sujeito \u201cbusca uma sociabilidade ausente, abrindo em si uma esp\u00e9cie de espa\u00e7o dial\u00f3gico que assimila o corpo \u00e0 possess\u00e3o de um objeto familiar, ou a al\u00e7a \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de parceiro\u201d (LE BRETON, 2012, p. 249). Dessa forma, o corpo passa a ser cuidado, mimado, explorado como territ\u00f3rio a conquistar, objeto de aten\u00e7\u00f5es e investimentos. Cuidar bem do corpo passa a ser sin\u00f4nimo de cuidar bem de si. Como consequ\u00eancia disso, tudo que envolve o corpo (forma, cor, sexulidade etc.) \u00e9 submetido a r\u00edgidos padr\u00f5es de adequa\u00e7\u00e3o. H\u00e1 normas, no imagin\u00e1rio social, que regem a rela\u00e7\u00e3o dos sujeitos com seus corpos. Todos que resistem a esses processos de normatiza\u00e7\u00e3o, passam a ser marginalizados e exclu\u00eddos. \u00c9 imprescind\u00edvel considerar, contudo, que \u201cn\u00e3o h\u00e1 ritual sem falhas\u201d (P\u00caCHEUX, [1978] 2014), o que nos permite afirmar tamb\u00e9m que n\u00e3o h\u00e1 submiss\u00e3o sem resist\u00eancia. Encontramos, atualmente, uma grande express\u00e3o de movimentos de resist\u00eancia aos padr\u00f5es normatizados na forma\u00e7\u00e3o social atual. Movimentos pelos direitos raciais, Movimento LGBTQIA+, Movimento Feminista, Movimento body positive s\u00e3o exemplos de movimentos de resist\u00eancia cujas pautas de reivindica\u00e7\u00e3o passam pela rela\u00e7\u00e3o com o corpo, de diferentes formas. Importante ressaltar que o referimos como corpo, no contexto de pesquisa aqui proposto, n\u00e3o diz respeito ao corpo org\u00e2nico, conforme concebido pelas ci\u00eancias biol\u00f3gicas. Pensamos o corpo como lugar de subjetiva\u00e7\u00e3o, \u201ccomo materialidade que se constr\u00f3i pelo discurso, se configura em torno de limites\u00a0 e\u00a0 se\u00a0 submete\u00a0 \u00e0\u00a0 falha\u201d (FERREIRA, 2013, p. 78). Tendo em vista o exposto, buscamos, neste Grupo de Trabalho, reunir pesquisas que se preocupam em mobilizar quest\u00f5es sobre a rela\u00e7\u00e3o entre corpo, sujeito e sociedade. Compreendemos que o sujeito, constitu\u00eddo na rela\u00e7\u00e3o com o simb\u00f3lico, \u00e9\/possui um corpo, que n\u00e3o \u00e9 separado de sua subjetividade (VINHAS, 2014). Portanto, refletir sobre a rela\u00e7\u00e3o entre corpo e subjetividade, a partir de diferentes perspectivas, nos permite, por consequ\u00eancia, refletir, tamb\u00e9m, sobre a forma como a sociedade se organiza hist\u00f3rica, pol\u00edtica, cultural e ideologicamente.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>GT 13- EDUCA\u00c7\u00c3O E MULTIDISCIPLINARIEDADE: REDES, PR\u00c1TICAS E NARRATIVAS DAS CULTURAS CONTEMPOR\u00c2NEAS<\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Juliana Brandao Machado- Universidade Federal do Pampa \u2013 UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Maur\u00edcio Perondi- Universidade Federal do Rio Grande do Sul \u2013 UFRGS<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\u00a0<\/p>\n<p>Este grupo de trabalho prop\u00f5e discutir as rela\u00e7\u00f5es entre pesquisa e sociedade, a partir do campo da educa\u00e7\u00e3o, pensada aqui em suas distintas formas de manifesta\u00e7\u00e3o, em que se somam as pr\u00e1ticas da educa\u00e7\u00e3o formal e tamb\u00e9m os processos de educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o-formal. O objetivo do GT \u00e9 problematizar a cultura contempor\u00e2nea na sua rela\u00e7\u00e3o com o campo educacional e com a cibercultura. Assumindo a perspectiva multidisciplinar da constitui\u00e7\u00e3o da discuss\u00e3o na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o, entendemos que a cibercultura tem se constitu\u00eddo como um desafio para os processos educativos, o que implica repensar a constitui\u00e7\u00e3o dos sujeitos e o desenvolvimento das pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas, sobretudo a partir das experi\u00eancias suscitadas com a pandemia da Covid-19. Vivemos num contexto complexo em que a ideia de \u201csociedade em rede\u201d, preconizada e proposta por Castells (2007), emerg\u00eancia e afirma\u00e7\u00e3o das tecnologias digitais e o surgimento da cibercultura (L\u00e9vy, 2007) provocam a pensar em novas formas de situar a educa\u00e7\u00e3o, as rela\u00e7\u00f5es sociais e a constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria dos sujeitos. Al\u00e9m disso, de acordo com L\u00e9vy (2007), a emerg\u00eancia do ciberespa\u00e7o possibilita o desenvolvimento de novas formas de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e novos estilos de racioc\u00ednio e conhecimento, suscitando novas rela\u00e7\u00f5es com o saber e com a aprendizagem. A cibercultura tamb\u00e9m apresenta uma nova rela\u00e7\u00e3o com o saber e a aprendizagem. Nessa perspectiva, uma das possibilidades emergentes \u00e9 a aprendizagem cooperativa, como forma de constru\u00e7\u00e3o dos conhecimentos e aquisi\u00e7\u00e3o dos saberes modificando os processos de aprendizagem. Assim, \u00e9 um desafio problematizar as culturas contempor\u00e2neas diante do contexto da ubiquidade das redes, da informa\u00e7\u00e3o, da comunica\u00e7\u00e3o, das cidades, dos corpos e das mentes, da aprendizagem, da vida, conforme prop\u00f5e Santaella (2013). O GT tamb\u00e9m buscar\u00e1 discutir a relev\u00e2ncia e a visibilidade desses temas no \u00e2mbito social, sobretudo, em tempos que emergem questionamentos sobre o papel da educa\u00e7\u00e3o na sociedade contempor\u00e2nea. Nesse sentido, ser\u00e3o acolhidas propostas de trabalho que abranjam discuss\u00f5es voltadas \u00e0 \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o, especialmente as que abordem as culturas infantis e juvenis, bem como trabalhos que discutam a cultura digital, na possibilidade de tecer redes de di\u00e1logo sobre as diferentes perspectivas das culturas contempor\u00e2neas e de estabelecer narrativas e pr\u00e1ticas convergentes \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>GT 14-GEOGRAFIA E ARTE: PERSPECTIVAS PARA PENSAR E FAZER O COTIDIANO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Ana Zeferina Ferreira Maio- Universidade Federal do Rio Grande<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Andrea Maio Ortigara- Universidade Federal de Pelotas<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Como as\/os sujeitas\/os produzem cotidianidades no espa\u00e7o urbano? <br \/>Como a arte e a geografia integram o cotidiano e marcam os lugares e a paisagem? <br \/>Como a geografia pode impulsionar os processos de cria\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de pensamentos na arte? <br \/>Como a arte pode colaborar na constru\u00e7\u00e3o do pensamento geogr\u00e1fico?<br \/>Como a geografia pode significar a arte e como a arte pode contribuir na atribui\u00e7\u00e3o de sentidos na geografia? Como abordar o urbano e seus fen\u00f4menos pelo olhar da geografia e da arte? <br \/>Como criar intera\u00e7\u00f5es entre a forma de pensar a arte e a geografia nos espa\u00e7os educativos? Partindo do pressuposto que a geografia e a arte manifestam a possibilidade de se constitu\u00edrem em experimenta\u00e7\u00f5es que ultrapassam os limites do senso acad\u00eamico formalmente estabelecido e s\u00e3o campos prop\u00edcios \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de di\u00e1logos plurais, o grupo de trabalho Geografia e arte: perspectivas para pensar e fazer o cotidiano se apresenta como uma proposta transdisciplinar sobre as diferentes maneiras de abordar o cotidiano na arte e na geografia. <br \/>Este grupo de trabalho tem como premissa compreender as subjetividades presentes nas experi\u00eancias que envolvem a paisagem, os lugares e os territ\u00f3rios, uma vez que nos campos da arte e da geografia a viv\u00eancia humana est\u00e1 intimamente ligada a experi\u00eancia espacial. \u00a0Por conseguinte, este grupo de trabalho acolhe pesquisas que abordem o papel das emo\u00e7\u00f5es nos processos de transforma\u00e7\u00e3o espacial; percep\u00e7\u00f5es das formas simb\u00f3licas; reflex\u00f5es sobre as rela\u00e7\u00f5es entre corpo e lugar, entre corpo e espa\u00e7o p\u00fablico e entre corpo e espa\u00e7o privado; rela\u00e7\u00f5es entre a cria\u00e7\u00e3o em arte e a conforma\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os; epistemologias desobedientes; estudos p\u00f3s-coloniais; narrativas de si; dispositivos de mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o e arquivo; an\u00e1lise de fontes escritas, visuais e sonoras em sua capacidade de testemunhar aspectos simb\u00f3licos de hist\u00f3rias de vida; fluxos e urbanidades contempor\u00e2neas; pr\u00e1ticas cartogr\u00e1ficas; abordagens voltadas as percep\u00e7\u00f5es e representa\u00e7\u00f5es espaciais das cidades; viv\u00eancias espaciais no\/do cotidiano realizadas a partir de distintas perspectivas. A geografia e arte permeiam a vida em suas in\u00fameras dimens\u00f5es, dentre estas os processos de cria\u00e7\u00e3o. Portanto, interessa-nos trabalhos que envolvem elabora\u00e7\u00f5es que se constituem em di\u00e1logos poss\u00edveis de pr\u00e1ticas que tramam a experi\u00eancia vivida no espa\u00e7o. A proposi\u00e7\u00e3o deste grupo de trabalho visa reunir investiga\u00e7\u00f5es que tencionam aportes te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos que instauram e transversalizam o conhecimento contempor\u00e2neo.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>GT 15- LINGUAGEM E O P\u00daBLICO ALVO DA EDUCA\u00c7\u00c3O ESPECIAL: CONEX\u00d5ES E APRENDIZAGEM<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dr. Ailton Barcelos da Costa- PPGEEs \u2013 UFSCar<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dranda. Fernanda Squassoni Lazzarini- PPGEEs \u2013 UFSCar<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Drando. Yan Masetto Nicolai- PPGL &#8211; UFSCar<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a inclus\u00e3o das Pessoas P\u00fablico Alvo da Educa\u00e7\u00e3o Especial (pessoas com defici\u00eancia, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades\/ superdota\u00e7\u00e3o) vem ganhando for\u00e7a no Brasil e no mundo, seja pela cria\u00e7\u00e3o da Lei Brasileira de Inclus\u00e3o, ou a Agenda 2030 da ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas), que pressup\u00f5e, dentre outras medidas, assegurar a educa\u00e7\u00e3o inclusiva para garantir um desenvolvimento equitativo e sustent\u00e1vel.<br \/>Em se tratando de Brasil, a educa\u00e7\u00e3o inclusiva \u00e9 tratada como sendo fruto de uma luta di\u00e1ria e n\u00e3o uma pol\u00edtica de governo, entendendo-se como sendo aquela na qual o aluno tenha o seu direito de aprender preservado, independente de suas dificuldades motoras, sensoriais, mentais ou sociais. Nesse sentido, para que a inclus\u00e3o do PAEE se efetive, a escola precisa romper com as barreiras arquitet\u00f4nicas, sociais, atitudinais e de forma\u00e7\u00e3o.<br \/>Com os avan\u00e7os na pol\u00edtica de inclus\u00e3o e da educa\u00e7\u00e3o para todos, houve um significativo aumento do percentual de alunos do PAEE matriculados no ensino regular, uma vez que a taxa de matr\u00edcula passou de 46,8% em 2007 para 85,9% em 2018. Evidentemente, ainda h\u00e1 muito o que se fazer, pois al\u00e9m de buscar a universaliza\u00e7\u00e3o do acesso a estes alunos na escola regular, resta ainda a melhoria da qualidade de ensino, e de fato se procurar que estas crian\u00e7as de fato estejam inclusas e recebendo um ensino de qualidade.<br \/>Sobre a forma\u00e7\u00e3o do docente para a atua\u00e7\u00e3o com PAEE, h\u00e1 um consenso de que ainda existe uma precariedade na sua forma\u00e7\u00e3o e de conhecimentos b\u00e1sicos, tento em vista a falta de cursos superiores espec\u00edficos de Licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o Especial ou de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea, ou mesmo a precariedade dos curr\u00edculos da gradua\u00e7\u00e3o das demais licenciaturas, cujos graduados dever\u00e3o atuar no ensino regular, e, portanto, tamb\u00e9m no ensino do PAEE na respectiva sala inclusiva. Uma das defasagens est\u00e1 no fato de \u00e1reas que ensinam linguagens, principalmente l\u00ednguas \u2013 maternas e estrangeiras \u2013, seja para o PAEE, seja para alunos em geral. Dessa forma, conectar a inclus\u00e3o ao ensino de l\u00ednguas se torna importante e imperativo na atualidade. <br \/>Um dos aspectos poss\u00edveis de lidar com este tipo de rela\u00e7\u00e3o est\u00e1 em metodologias e formas de se apresentar os alunos \u00e0s compet\u00eancias lingu\u00edsticas cab\u00edveis de se declarar que um aluno tem autonomia na l\u00edngua-alvo \u2013 seja a materna, seja a estrangeira. Partindo destas premissas, o presente grupo tem\u00e1tico pretende receber trabalhos que visem a discuss\u00e3o \u2013 direta e indiretamente \u2013 de aspectos que envolvam Educa\u00e7\u00e3o Especial, ensino de p\u00fablicos de diversas faixas et\u00e1rias e os desafios mais espec\u00edficos do ensino de linguagens, e ainda mais focalizadas as l\u00ednguas maternas e estrangeiras, com o objetivo de desenvolver o indiv\u00edduo para sua autonomia buscando os pontos fortes do que cada um tem \u2013 e n\u00e3o suas limita\u00e7\u00f5es, sejam quais forem.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>GT 16- GEOECONOMIA E EDUCA\u00c7\u00c3O SUPERIOR<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Maril\u00fa Angela Campagner- Universidade Federal do Pampa\/UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Ma. Mariza Cezira Campagner- Universidade Federal do Rio de Janeiro\/UFRJ<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Para iniciar, este trabalho, possui como objeto de estudo as pol\u00edticas p\u00fablicas e as rela\u00e7\u00f5es internacionais da educa\u00e7\u00e3o superior: an\u00e1lise a partir do perfil socioecon\u00f4mico dos estudantes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. A educa\u00e7\u00e3o como fomento do desenvolvimento econ\u00f4mico e humano \u00e9 uma ideia consider\u00e1vel das culturas contempor\u00e2neas. Compreender como influencia o aperfei\u00e7oamento \u00e9 um desafio quando se trata da educa\u00e7\u00e3o direcionada a quem n\u00e3o tem oportunidades. Nesse contexto, a universidade \u00e9 a fonte das desiguais benesses econ\u00f4micas, sociais, culturais e comportamento respeitados pela sociedade (OZTURK,2001). Dado que pessoas menos escolarizadas ser\u00e3o com maior probabilidade pobre no futuro, essa natureza diferenciada do investimento em educa\u00e7\u00e3o leva \u00e0 transmiss\u00e3o intergeracional da pobreza. O status socioecon\u00f4mico das fam\u00edlias \u00e9 respons\u00e1vel pelas condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ou desfavor\u00e1veis \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o para o ingresso no ensino superior. Estas, envolvem fatores como: a disponibilidade e qualidade de servi\u00e7os educacionais, a atratividade do mercado de trabalho local, a disponibilidade de recursos familiares (financeiros e n\u00e3o financeiros), o volume de recursos da comunidade em que o indiv\u00edduo vive, transfer\u00eancia direta de recursos para a escola. As vari\u00e1veis socioecon\u00f4micas exercem influ\u00eancias sobre o crescimento e desempenho educacional. S\u00e3o citadas as rendas per capita, idade dos pais, tamanho da fam\u00edlia, condi\u00e7\u00f5es de habita\u00e7\u00e3o e de saneamento, escolaridade, ocupa\u00e7\u00e3o e cultura dos pais. O resultado da influ\u00eancia das vari\u00e1veis socioecon\u00f4micas sobre a educa\u00e7\u00e3o pode ser determinado pela a\u00e7\u00e3o individual de cada uma, quanto por associa\u00e7\u00f5es entre elas. Assim, se estipula o objetivo: Verificar as pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o superior e analisar a partir do perfil socioecon\u00f4mico dos estudantes de gradua\u00e7\u00e3o. Analisar as pol\u00edticas p\u00fablicas para a educa\u00e7\u00e3o superior, com foco no setor p\u00fablico e mensurar a associa\u00e7\u00e3o e os efeitos de vari\u00e1veis socioecon\u00f4micas, culturais e de origem escolar existentes entre os estudantes. O conhecimento das caracter\u00edsticas do estudante constitui ponto fundamental para an\u00e1lise e reformula\u00e7\u00e3o do sistema de ensino. Tamb\u00e9m, por haver, uma cren\u00e7a que as aspira\u00e7\u00f5es dos membros da classe baixa s\u00e3o conseguir um t\u00edtulo acad\u00eamico, dos cursos tradicionais \u2013 direito, medicina e engenharia. Os alunos que chegam \u00e0 universidade prov\u00eam dos variados estratos da popula\u00e7\u00e3o e apresentam, diversificadas forma\u00e7\u00f5es. Acredita-se que a partir, da ficha socioecon\u00f4mica podem-se criar mecanismos capazes de adequar os prop\u00f3sitos dos cursos, com as caracter\u00edsticas dos acad\u00eamicos em quest\u00e3o. Este estudo torna-se relevante por conhecer o perfil dos alunos que buscam a IES. A import\u00e2ncia do resultado \u00e9 constituir em evid\u00eancia emp\u00edrica contra posicionamentos te\u00f3ricos deterministas e reducionistas, que querem atribuir particular dimens\u00e3o, a socio economia, um peso que ela n\u00e3o teve. Segundo o Inep (2017), reunir informa\u00e7\u00f5es armazenadas em sua mem\u00f3ria \u00e9 uma das compet\u00eancias ponderadas. Outra seria mobilizar esse conhecimento para a resolu\u00e7\u00e3o de problemas. Entende-se, que o desempenho do estudante universit\u00e1rio seja influenciado por realidades individual e social, isto \u00e9, pela situa\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica em que est\u00e1 inserida e d\u00e1 caracter\u00edsticas pr\u00f3prias \u00e0 sua forma\u00e7\u00e3o pessoal e profissional.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"652\">\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>GT 17- TURISMO E O COVID 19<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Dra. Maril\u00fa Angela Campagner- Universidade Federal do Pampa\/UNIPAMPA<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Ma. Mariza Cezira Campagner- Universidade Federal do Rio de Janeiro\/UFRJ<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Na contemporaneidade, o mundo passa por outro per\u00edodo de pandemia, o da COVID-19, doen\u00e7a causada pelo novo coronav\u00edrus (SARS-CoV-2). Neste caso, no ano de 2020, a realidade da popula\u00e7\u00e3o mundial foi radicalmente afetada devido \u00e0 pandemia pelo COVID-19. Este, denominado SARS-CoV-2, que pode causar na popula\u00e7\u00e3o desde infec\u00e7\u00f5es assintom\u00e1ticas at\u00e9 quadros graves que levam \u00e0 morte (MINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE, 2020). Devido \u00e0 sua alta transmissibilidade e gravidade cl\u00ednica, em 30 de janeiro de 2020, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) declarou emerg\u00eancia internacional de sa\u00fade p\u00fablica e no dia 11 de mar\u00e7o de 2020, a pandemia foi oficializada (https:\/\/news.un.org\/pt\/tags\/organizacao-mundial-da-saude, verificado em 03 fevereiro de 2021). Neste caso, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, OMS, adotou a sigla Covid-19, que deriva da abrevia\u00e7\u00e3o de \u201cCOrona VIrus Disease (Doen\u00e7a do Coronav\u00edrus) enquanto \u201819\u2019 se refere a 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados publicamente pelo governo chin\u00eas\u201d ( https:\/\/portal.fiocruz.br\/, 2021). Ainda, desde o in\u00edcio da pandemia, atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio do Turismo, Secretarias de Turismo, e Ag\u00eancias de Estado tem agido para proteger a popula\u00e7\u00e3o em geral, empres\u00e1rios, trabalhadores do setor, reduzindo os impactos culturais, sociais e econ\u00f4micos, da pandemia do Covid-19, ao mesmo tempo atua para garantir a sociedade e, em especial, a prote\u00e7\u00e3o do turismo e\/ou turistas. Ao escrever sobre o turismo e o Covid-19, no sistema tur\u00edstico local, regional e nacional e\/ou global, entende-se que, este, ir\u00e1 ajudar de forma assertiva a levantar quais as melhorias precisam ser efetuadas, em um per\u00edodo p\u00f3s-pandemia, para garantir infraestrutura adequada, conforto e seguran\u00e7a para o turista. Nessa conjuntura, a educa\u00e7\u00e3o possui um papel diferenciado e integrador do trabalhador com a sociedade. A educa\u00e7\u00e3o consiste na utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas espec\u00edficas para atender as demandas ou algum tipo de oportunidade de melhoria, em modelos de neg\u00f3cios, salas de treinamento de ensino remoto e ensino profissional regular.\u00a0 \u00c9 um saber indispens\u00e1vel e inerente \u00e0s pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas, para a constru\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o corporativa, cultural e social. A educa\u00e7\u00e3o online \u00e9 uma realidade no ensino remoto emergencial, que ocorre em paralelo, mas n\u00e3o substitui o modelo convencional. Observa-se que mesmo que o Estado esteja tratando a Educa\u00e7\u00e3o como um \u201cservi\u00e7o ou atividade essencial\u201d ela \u00e9 o primeiro direito social inscrito no art. 6o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, n\u00e3o pode ser tratada como \u201cservi\u00e7o ou atividade essencial\u201d. O debate tem como objetivo geral\u00a0 apresentar um estudo sobre o Estado como agente produtor do espa\u00e7o, verificando os efeitos dos programas governamentais significando pesquisar como o espa\u00e7o \u00e9 \u201corganizado\u201d, reordenado e ordenado no sentido de analisar o turismo e o Covid-19. A\u00a0 escolha de um agente modelador, representado pelo\u00a0\u00a0 Estado,\u00a0 justifica-se por duas raz\u00f5es: a\u00a0 import\u00e2ncia\u00a0 que possui\u00a0 este\u00a0 agente\u00a0 no processo de\u00a0 organiza\u00e7\u00e3o\u00a0 do turismo e o Covid-19,\u00a0 pois\u00a0\u00a0 \u00e9 o respons\u00e1vel direto\u00a0 e\/ou indireto pelas a\u00e7\u00f5es fundamentais ao processo de mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos da pandemia da COVID-19, no turismo. Tendo em vista a diversidade de servi\u00e7os que comp\u00f5em a cadeia produtiva do turismo: hospedagem, alimentos e bebidas, transportes, ag\u00eancias e operadoras de viagens, recrea\u00e7\u00e3o e lazer entre outros \u00e9 necess\u00e1ria a proposi\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias distintas que atendam \u00e0s demandas de cada ramo.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n\n<p>\u00a0<\/p>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GT 1- JUVENTUDES E EDUCA\u00c7\u00c3O \u00a0 Dr. Victor Hugo Nedel Oliveira-Universidade Federal do Rio Grande do Sul Dra. 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